Ricardo Nunes (MDB), prefeito da cidade de São Paulo.- Foto: Prefeitura São Paulo/Divulgação/Via DP
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CLÁUDIO HUMBERTO
Se estava difícil convencer a filiação do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, ao PL, a missão do presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, ficou quase impossível após as notícias de eventual candidatura de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nas eleições municipais do próximo ano. Todos acreditaram na especulação, mas o filho do ex-presidente não confirmou, tampouco o próprio Jair Bolsonaro.
Fidelidade ao MDB
O prefeito de São Paulo tem dificuldade de deixar o MDB, sua única filiação na vida, mas o partido é muito fraco na capital paulistana.
Republicanos é opção
Saindo do MDB, Ricardo Nunes tem também outras possibilidades, como o Republicanos do governador Tarcísio de Freitas e o PSD de Kassab.
Salles é o nome
Excluindo Nunes, candidato à reeleição, o nome do PL para disputar o cargo é o ex-ministro do Meio Ambiente e atual deputado Ricardo Salles.
Reais intenções
A pressão do Planalto para despachar Lula para China ainda na primeira quinzena de abril tem motivo: é a semana que está prevista a instalação da CPMI da quebradeira do 8 de janeiro.
Tudo dominado
Em São Paulo e outros Estados, órgãos criados para enfrentar o avanço dos entorpecentes passam por mudança sutil e significativa: já não são chamados de “conselhos estaduais contra drogas” e sim “sobre drogas”.
Patinação ‘artística’
Para o senador Plínio Valério (PSDB-AM), os “espasmos” do presidente Lula (PT) para fazer do presidente do Banco Central bode expiratório, na verdade tentam mascarar que o governo “patina na economia”.
Frase do dia
“Projeções que só se concretizarão com aumento de impostos”
Eduardo Ribeiro, presidente do Novo, prevendo que mais impostos com o tal arcabouço
Cara de paisagem
A ordem no governo Lula foi para “não repercutir” a chegada do ex-presidente Jair Bolsonaro, fato que dominou o noticiário. As respostas serão pontuais e por membros específicos escolhidos pelo Planalto.
Ninguém merece
O clima era de alívio no Planalto, ontem. A maioria dos petistas apostava que centenas de milhares de bolsonaristas sairiam às ruas para saudar o retorno do ex-presidente. Como se isso fosse possível às 6h da manhã.
Sinais
Na véspera da divulgação da regra fiscal, Lula recebeu no Alvorada os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Esther Dweck (Gestão) e até a petista Gleisi Hoffmann, mas nada de Simone Tebet (Planejamento).
Renda extra
Comerciantes aproveitaram a volta de Jair Bolsonaro para faturar. Na porta da sede do PL, em Brasília, um extenso varal expunha bandeiras do Brasil, camisetas e faixas verde e amarela. A fila estava grande.
Pensando bem…
…teto é melhor que arcabouço.
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