Gabriel Galípolo foi anunciado como secretário-executivo do Ministério da Fazenda. — Foto: Captura/YouTube/Reprodução/Diário do Poder.
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CLÁUDIO HUMBERTO
Anunciado como secretário-executivo do futuro Ministério da Fazenda de Lula (PT), Gabriel Galípolo é conhecido adversário do teto ou limite de gastos públicos. Como Fernando Haddad já confessou nada entender de economia, o ministro de fato será Galípolo, economista heterodoxo formado na UFRJ, do tipo que passa a vida propondo soluções milagrosas que sempre fracassam. Sua escolha decepcionou porque revela o pouco caso do futuro governo com o controle de despesas.
Está na Constituição
O Teto de Gastos é dispositivo constitucional aprovado há apenas seis anos, no governo Temer, e limita ao aumento dos gastos à inflação.
Mais impostos
Para financiar ações sociais prometidas pelo PT, Galípolo já explicou a solução: discutir renúncias fiscais. Ou seja, aumentar impostos.
Mais regulação
A economia é “exercício ético e social, sendo seu propósito a produção de regras”, escreveu no livro “A escassez na abundância capitalista”.
Ficou para ‘vice’
Galípolo era cotado para ser o presidente do BNDES no futuro governo, mas a solução foi ainda pior: Aloizio Mercadante ocupará o cargo.
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