Roma disse que, na Bahia, os grupos realizam uma política atrasada baseada no “toma lá, dá cá, perseguição e empreguismo.
O candidato do PL ao governo da Bahia, João Roma, afirmou, nesta segunda-feira (22), que se eleito, irá reduzir os impostos estaduais, criar um programa de transferência de renda local, o Auxílio Bahia, além de zerar a fila da regulação da saúde e foco na educação em tempo integral e cívico-militar. Ele garantiu ainda que fará ações nos primeiros 100 dias de governo.
João Roma deu as declarações em entrevista ao Podcast Eu Te Explico, transmitida ao vivo pelo Portal G1 diretamente do estúdio da Central de Eleições da Rede Bahia. Foi a primeira de uma série de entrevistas com candidatos ao Palácio de Ondina. Amanhã (23), o entrevistado será o candidato ACM Neto, do União Brasil.
Roma disse que, na Bahia, os grupos realizam uma política atrasada baseada no “toma lá, dá cá, perseguição e empreguismo”.
“O que se percebe na Bahia são ciclos que se revezam com uma política muito atrasada, onde nós observamos uma Bahia do século 21, mas amarrada a práticas políticas do século passado. Eu quero ser governador para libertar a Bahia dessas práticas atrasadas”, disse Roma.
Para retomar a “competitividade do Estado”, Roma prometeu cortar impostos. “O que ocorre na Bahia, em sucessivos governos é o aumento de impostos”, apontou.
Na oportunidade, ele também criticou a posição do governador Rui Costa (PT), que se opôs ao projeto do governo federal para baixar a alíquota do ICMS sobre os combustíveis, afirmando que haveria pouco impacto no preço pago pelo consumidor.
































