Projeto aprovado na Câmara restabelecendo o despacho gratuito de bagagens em viagens aéreas tem tudo para virar repeteco do ocorrido em 2019.
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CLÁUDIO HUMBERTO
O projeto aprovado na Câmara restabelecendo o despacho gratuito de bagagens em viagens aéreas tem tudo para virar repeteco do ocorrido em 2019, e voltar a ser vetado pelo presidente Jair Bolsonaro. No início do mandato, ele baixou medida provisória, como neste ano, alterando regras para o setor aéreo. Na ocasião, os deputados incluíram o fim da cobrança por bagagens. O Senado também aprovou, mas a medida foi vetada quando chegou ao Palácio do Planalto para sanção presidencial.
Sem chance
Se depender de quem aconselha o presidente sobre o assunto, o projeto que ressuscita a gratuidade de bagagens vai morrer novamente.
Lobby poderoso
Paulo Guedes (Economia), Ciro Nogueira (Governo) e o secretário de Aviação, Ronei Glanzman, são sensíveis ao lobby das empresas aéreas.
Discurso unificado
A Anac, agência “reguladora” da aviação civil, reproduz o discurso falacioso das companhias aéreas contra o despacho gratuito.
Eles mentiram
A Anac e as empresas prometerem, em 2016, que a cobrança por malas reduziria o preço de passagens. Era mentira. Triplicou, desde então.






























