A H3N2 junta ou sobreposta ao aumento de casos da Covid-19 já fez a Dipirona injetável pular de R$0,80 para R$4,80. (Foto: Heung Soon/ Pixabay/Reprodução/Diário do Poder)
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CLÁUDIO HUMBERTO
O estardalhaço com os casos de Influenza (H3N2) no País tem deixado a indústria farmacêutica feliz como pinto no lixo. A H3N2 junta ou sobreposta ao aumento de casos da Covid-19 já fez a Dipirona injetável pular de R$0,80 para R$4,80. E pode não parar por aí. O estardalhaço provoca aumento de faturamento dos laboratórios mais do que é possível obter com propaganda formal. Esta semana, alguns hospitais conseguiram comprar ainda a R$2,80 a droga essencial ao tratamento.
Fármaco imprescindível
A Dipirona é um fármaco básico para o enfretamento dos sintomas de muitas enfermidades, nos hospitais.
Sem justificativa
“O vírus chega e os preços dos medicamentos aumentam sem qualquer justificativa”, denuncia o médico Edgar Antunes Neto.
Oportunismo perverso
Presidente do Hospital Veredas, o maior de Alagoas, Edgar Antunes Neto convive com os efeitos do oportunismo perverso da indústria.
Poder sem Pudor

Solução rápida
A questão de água, no Nordeste, sempre aguçou rivalidades. Certa vez Juarez Távora, ministro da Viação de Castello Branco, foi ao Rio Grande do Norte visitar obras. Ao desembarcar, ouviu de um líder político local: – Precisamos de um grande açude aqui, porque estamos inferiorizados em relação ao Ceará. Lá, existem 19; aqui, 18. Távora sacou a solução na hora: – Não tem problema. Mando arrombar um no Ceará e fica empatado.
Vivas ao vírus
Os coronalovers estão excitadíssimos com o avanço da ômicron. Raros foram os veículos que contaram o detalhe de que a única vitima fatal dessa variante era portador de fibrose pulmonar, doença gravíssima.
Bronca insuperável
A bronca dos idiotas que atacam o renomado médico cirurgião Antonio Macedo têm apenas uma bronca insuperável do cirurgião: ele salvou a vida do presidente Jair Bolsonaro, após a facada.
À deriva
Com Recife submersa pelas chuvas, o inexperiente prefeito João Campos (PSB), queixam-se os aliados, esticou a folga do seu recesso e acabou contraindo covid mais uma vez, deixando a cidade à deriva.
Choque de realidade
O ex-juiz Sérgio Moro saiu pelo Brasil todo animado na quinta, mas as vaias recebidas e ser chamado de “traíra” no primeiro dia mostraram ao pré-candidato do Podemos que a “campanha” será longa e difícil.
Nova frente
Prefeitos de Maceió, JHC (PSB), Pilar, Renato Filho (PSC), e o senador Rodrigo Cunha (PSDB), acertaram criação de uma nova frente política no estado nordestino para enfrentar a velha política em Alagoas.
Centro esquerda
Rodrigo Cunha, Renato Filho e JHC, que lideram as pesquisas, uniram partidos de centro e esquerda para “enfrentar antigos clãs”, que dominam a política alagoana. Sem apelar para o antibolsonarismo ou o antilulismo. A ideia é renovação.
Progresso real
Presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia comemorou a lei da geração própria de energia, que traz segurança jurídica e alivia o consumidor. “É uma das melhores alternativas para fugir das bandeiras tarifárias”.
Menos é mais
A raiva cega de novo a análise do Greenpeace sobre desmatamento na Amazônia. Os alertas do Deter caíram pelo segundo ano seguido, mas a ONG, apesar de reconhecer isso, mantém o discurso apocalíptico.
Pensando bem…
… candidato que não encara o povo, corre o risco de acreditar que o mundo real é igual ao da sua propaganda eleitoral.
































