Consumidor deve avaliar bem a mudança, pois caso mantenha o consumo no horário de pico, poderá pagar mais caro. Foto: Beth Santos/Secretaria-Geral da PR
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CLÁUDIO HUMBERTO
Com o objetivo de “fabricar” superávit, o Ministério de Minas e Energia (MME) aplicou menos de 3% do total arrecadado para investir pesquisa e desenvolvimento no setor elétrico. Esse dinheiro é tomado dos cidadãos através das contas de luz cada vez mais caras. De acordo com o ministro Jorge Oliveira, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o Tribunal de Contas da União (TCU), o MME contingenciou recursos destinados a pesquisa durante oito anos, entre 2011 e 2019.
Sem surpresas
O relatório do TCU evidencia que a fiscalização é “deficiente e não há controles adequados para recolhimento e investimento dos recursos”.
Pior para o País
Com os recursos investidos, novas tecnologias poderiam ter garantido hoje “um cenário menos preocupante”, segundo o TCU na crise hídrica.
Origem nobre
Sem política de Pesquisa & Desenvolvimento criada em 2000, durante o apagão, o Brasil virou refém de termelétricas que faturaram bilhões.
Para piorar
Consumidores pagam contas de luz muito mais caras pela omissão da Aneel, que atua mais como parceira das distribuidoras que reguladora.






























