Aliado do governo Bolsonaro avalia que a presença de Onyx na Câmara também pode até atingir o DEM (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)
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CLÁUDIO HUMBERTO
A exoneração temporária do ministro Onyx Lorenzoni (Trabalho) fez retomar, no governo, a reflexão de que talvez o gaúcho, pela experiência acumulada em cinco mandatos de deputado federal, seja mais útil ao governo reforçando a articulação política na Câmara. Mas o ministro retomou o mandato para ajustar suas emendas parlamentares, antes que o seu suplente delas se beneficiasse, para depois reassumir o ministério.
Racha
Aliado do governo Bolsonaro avalia que a presença de Onyx na Câmara também pode até atingir o DEM, partido do ministro, que está rachado.
Influência
Após a mudança de Partido da Frente Liberal (PFL) para Democratas, Onyx foi o primeiro líder do partido na Câmara dos Deputados.
Pré-candidato
Consolida-se a candidatura de Onyx a governador gaúcho e pelo PL, partido ao qual deve se filiar para acompanhar Bolsonaro.
Poder sem Pudor

Dois em um
Além de Petrônio Portela, articulador da abertura política, o Piauí tinha o senador biônico Lucídio Portela. Ao contrário do irmão, Lucídio tinha fama de autoritário e pouco letrado. Certa vez ele elogiava a ditadura quando citou o escritor Fiodor Dostoievsky. Um senador de oposição aparteou: “Interessante sua citação de Dostoievsky. A propósito, o nobre colega já leu ‘Crime e Castigo’?” O velho Lucídio fulminou, multiplicando por dois o clássico romance da literatura russa. “Li os dois!”
Folga por nossa conta
Custará ainda mais caro aos cofres públicos o passeio à COP26, em Glasgow, do governador do Piauí Wellington Dias (PT). Sua presença foi tão inútil quanto a de vários políticos brasileiros, mas, contaminado por covid-19 por não usar máscara, fará quarentena de 14 dias na Escócia.
Quanta ganância
A reclamação sobre o desempenho da bolsa de valores brasileira parece coisa de “mercado” acostumado a faturar muito. Nos últimos 12 meses, o resultado é alta de 5%. Pior para o pobre que sequer consegue poupar.
Reforma atacada
O especialista em Direito do Trabalho Arno Bach acha que o mais duro golpe contra a reforma trabalhista que há quatro anos modernizou as relações de trabalho, foi a decisão do Supremo isentar beneficiados da justiça gratuita de pagar honorários periciais e sucumbenciais.
Apenas um ladrão
“É um ladrão à solta”, afirmou o jornalista Guilherme Fiúza, ao classificar a viagem do ex-presidiário Lula à Europa, onde será “premiado” por uma revista francesa, claro, esquerdista.
Predestinado
Após quatro anos como deputado e quase três como senador, Romário acabou presidindo sessão do Congresso Nacional justo em dia de jogo da Seleção pelas Eliminatórias. Que seja um bom presságio para o hexa.
Agro dispara
Depois de grande período de seca, as chuvas volumosas vão ajudar na alta de 14,7% na safra de grãos do ciclo 2021/22. A Conab prevê colheita de 289,8 milhões de toneladas, 37 milhões a mais que o ciclo anterior.
Pandemia fica para trás
O Brasil já tem 16 Estados e o Distrito Federal com mais da metade da população imunizada com duas doses ou a vacina de dose única contra covid. Rondônia e Goiás devem atingir 50% ainda esta semana. Amapá e Roraima seguem na lanterna com cerca de um terço de imunizados.
A quem interessa?
A economia brasileira é uma das mais fechadas, disse o deputado Otto Alencar Filho. Pesquisa do Banco Mundial em 188 países mostra “que nossa economia só é mais aberta ao exterior que Nigéria e Sudão”.
Pergunta no velho mundo
Alguém vai passar a limpo o “orçamento secreto” de viagens de políticos à Escócia?




























