Aumento anunciado pela Petrobras reforçou a suspeita, no governo, de influência político-partidária na decisão dos tecnocratas da estatal (Foto: Agência Brasil)
O aumento-jumbo dos combustíveis, anunciado nesta segunda (25) pela Petrobras, reforçou a suspeita, no governo, de influência político-partidária na decisão dos tecnocratas da estatal que fixam percentuais de reajuste.
A suspeita decorre do reajuste cavalar de 9,1% no diesel 48h depois de o governo evitar uma greve dos caminhoneiros de proporções imprevisíveis.
“Aumentar o diesel em 9,5% mais parece uma provocação para tornar a greve inevitável”, admite importante integrante do governo, segundo informa a coluna Cláudio Humberto – leia clicando aqui, do Diário do Poder – clique aqui e confira.
O aumento, 17 dias antes, no diesel, de 3,1%, já pareceu estranho em Brasília, que o atribui, em parte, ao aparelhamento político da Petrobras.





























