Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Foto: Pedro França/Agência Senado
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CLÁUDIO HUMBERTO
O mineiro Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, deve abandonar seu atual partido, o DEM, para se filiar ao PSD no próximo mês de outubro. O ato de filiação deverá ser festivo, em convenção partidária, e marcará o início de sua campanha à presidência da República. A ideia original foi do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, quem primeiro se convenceu da viabilidade da candidatura presidencial de Pacheco.
Terceira via
A ideia central do projeto é fazer de Rodrigo Pacheco o cabeça de chapa presidencial, com apoio dos partidos que rejeitam Bolsonaro e Lula.
Rejeição elevada
As pesquisas mostram rejeição elevada tanto de Bolsonaro quanto de Lula, à volta de 50%, daí a certeza da viabilidade de um terceiro nome.
Fazendo política
Kassab defende que é hora de fazer política para construir essa opção de centro viável, que na sua avaliação deve ser Rodrigo Pacheco.
Campanha no cargo
Detalhe importante é que o presidente do Senado não é obrigado a deixar o cargo para fazer sua campanha pelo Palácio do Planalto.































