
Segundo reportagem de Matheus Teixeira e Gustavo Uribe na Folha de S. Paulo deste domingo (25), o esforço conta com a atuação de advogados aliados, que ajudam a família em uma interlocução com juízes e ministros, e costuma ser capitaneado pelo senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), que tem influenciado nomeações feitas pelo presidente.
Conforme a publicação, o grupo de advogados e magistrados que tem mantido uma relação estreita com a família presidencial foi apelidado por congressistas governistas e auxiliares palacianos de “bancada jurídica bolsonarista”.
Para deputados aliados, eles terão papel crucial na escolha do presidente para a próxima vaga que será aberta em julho no STF (Supremo Tribunal Federal), com a aposentadoria do ministro Marco Aurélio Mello.
A escolha do juiz federal Kassio Nunes Marques para o Supremo, feita em setembro, teve como madrinha, segundo aliados do presidente, a juíza federal Maria do Carmo Cardoso, do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região). Amiga de Flávio, ela é chamada pela família do presidente de “tia Carminha”.
Considerada uma espécie de conselheira jurídica da família presidencial, ela chegou a ser cogitada para a vaga do ministro Celso de Mello. A idade da magistrada, acima de 60 anos, foi considerada um agravante para sua indicação, já que Bolsonaro buscava um nome com quem possa contar por bastante tempo.
Fonte: Folha de São Paulo / Matheus Teixeira e Gustavo Uribe // Clique aqui e leia mais…





























