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CLÁUDIO HUMBERTO
Tem gente apostando em “crise”, na relação de Jair Bolsonaro com o Centrão, por falta de informação e pelos motivos errados: a saída do ministro da Saúde. Ao contrário: foi o triunfo da parceria do governo com o Centrão, que convenceu Bolsonaro da necessidade de afastar Eduardo Pazuello imediatamente. Especialista em governabilidade, o Centrão mostrou ao presidente que o ministro “tóxico” atrapalhava, e muito. E que sua saída reduziria as tensões e ajudaria até a evitar a CPI da Pandemia.
PAPO RETO
A conversa que definiu a saída de Pazuello, olho no olho, foi entre os presidentes da República e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira.
TRATO CUMPRIDO
Ao fechar apoio, em 2020, o Centrão aceitou não pleitear ministérios, a menos que o presidente solicite indicações. Não foi o caso na Saúde.
ESCOLHA SEM CRISE
Deputados do Centrão foram examinados pela assessoria de Bolsonaro. Mas ele, outra vez, não abriu mão de escolher o ministro. Sem crise.
É APENAS O VICE
A aposta em “crise” é baseada em declaração de Marcelo Ramos (ex-PCdoB e ex-parceiro de Rodrigo Maia), que não representa o centrão.





























