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CLÁUDIO HUMBERTO
A demissão de Roberto Castello Branco da presidência da Petrobras, não objetiva permitir ao governo a intromissão na política de preços da petroleira, várias vezes negada pelo presidente Jair Bolsonaro. O executivo selou a sua sorte ao desdenhar do impacto dos quatro aumentos nos preços dos combustíveis somente este ano. Bolsonaro optou por divulgar a demissão somente pelas 19h desta sexta (19), quando as bolsas no Brasil, nos EUA e na Europa já estavam fechadas.
PROVOCAÇÃO POLÍTICA
A declaração “eu aumento preços, nada tenho a ver com caminhoneiros”, de Castello Branco, foi considera uma provocação de natureza política.
ASSUNTO DELICADO
O executivo demitido sabe que só não houve greve de caminhoneiros, que poderia arruinar o País, graças ao empenho pessoal de Bolsonaro.
DEMISSÃO DEFINIDA
Em sua live desta quinta-feira (18), Bolsonaro avisou que a afirmação do executivo provocaria “consequência”. Sua demissão já estava decidida.
PAPO RETO
Para concretizar a demissão na Petrobras, o presidente conversou com o ministro Paulo Guedes (Economia), a quem Castello Branco é ligado.





























