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CLÁUDIO HUMBERTO
Dois livros precipitaram o encontro do ex-presidente José Sarney com a História. “José Sarney 60 anos de política”, do brasilianista americano Ronald M. Schneider (ed. Krauss) e “Democracia – Sarney e o desafio da transição”, do historiador José Augusto Ribeiro (ed. Martins Fontes), examinam com profundidade e riqueza de detalhes a trajetória do político, que se confunde com a História recente da política brasileira.
ESTUDO METICULOSO
Ronald Schneider considera a redemocratização no Brasil a mais exitosa no continente. Estudou meticulosamente o percurso político de Sarney.
NÃO FOI TAREFA FÁCIL
José Augusto Ribeiro mostra como Sarney superou o desastre econômico do governo Figueiredo e afastou a ameaça do autoritarismo.
MUITOS OBSTÁCULOS
O Serviço Nacional de Informações (SNI) teve a ousadia de monitorar Sarney, mesmo ele presidente, como mostram mais de 10 mil “informes”.
VETO ‘DESINTELIGENTE’
O presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Fernando Pimentel, alertou que os custos do governo com demissões são maiores que a renúncia fiscal decorrente da desoneração da folha de pagamento.
PROJETOS NA PANDEMIA
Há 23 projetos para ajudar no combate à pandemia, já aprovados na Câmara, mas que ainda aguardam análise do Senado para virar lei. Há outros 62 que já viraram lei, metade deles proposta pelo governo.
FRANKENSTEIN LEGAL
O governo pediu ao Congresso um crédito suplementar de quase R$6,12 bilhões para oito ministérios. A porteira aberta para gastança inspirou a apresentação de 214 emendas só na Câmara dos Deputados.
VALE-TUDO ELEITORAL
A imprensa americana e os correspondentes brasileiros escondem dos leitores os vários vídeos que mostram seu candidato preferido, Joe Biden, falando coisas sem sentido, voz engrolada, palavras inexistentes, sugerindo dúvidas sobre sua perfeita saúde neurológica.
ELEITORADO CATIVO
03/11/2020
O diplomata e ex-ministro Rubens Ricúpero afirmou nesta segunda-feira (2) que se fosse eleitor nos Estados Unidos o seu voto seria de Joe Biden. O ex-ministro Delfim Netto também seria eleitor democrata.
FUNCIONA?
Segundo Osmar Terra (MDB-RS), “se isolamento mais radical diminuísse o número de casos e mortes, a Argentina não seria o país onde mais cresce o número de mortes. E São Paulo não teria uma das maiores mortalidades do mundo”, observou o deputado, que também é médico.
MUDANÇA CONVENIENTE
O senador Humberto Costa (PT-PE) quer alterar regras para escolha de diretores de agências reguladoras, exigindo a formação de “lista tríplice”. A ideia nunca ocorreu ao senador nos 15 anos de governo petista.
MUITO EM JOGO
As eleições desta terça, nos EUA, terão grande efetivo de fiscais para evitar abusos. Só o Comitê Nacional Republicano tem 50 mil funcionários e voluntários para checar aplicação de regras e contagem das cédulas.
PENSANDO BEM…
…pesquisas mostram que a pandemia só favoreceu a velha política.































