
“Na parceria com a Nasa, criamos um arranjo produtivo baseado nas competências técnicas do Senai Cimatec, que tem quatro Institutos Senai de Inovação, com empresas brasileiras para recepcionar uma tecnologia nova com enorme redução de custo, que vai ao encontro da perspectiva de apoiar a indústria brasileira no seu processo de reconversão industrial”, afirma o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi.
O secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, ressalta a competência técnica do Senai Cimatec para o desenvolvimento do equipamento. “Não foi por acaso que, dentre diversas instituições no Brasil, o Senai Cimatec foi escolhido para dar sequência a este projeto. Inclusive, esta é uma ação que vai ao encontro de iniciativas que estamos realizando a partir da parceria entre o Senai Cimatec e o Governo da Bahia, a exemplo da recuperação de ventiladores pulmonares e bombas de infusão, da fabricação de bolhas de contenção, protetores faciais e túneis de desinfecção, além do envasamento de álcool a partir de uma unidade de produção montada em 48 horas no Cimatec Park”.
“É um projeto robusto, com as características e funções necessárias para tratamento de 95% dos casos críticos de Covid-19, em que a intubação seja necessária”, explica o diretor de Tecnologia e Inovação do Senai Cimatec, Leone Peter Andrade. Ele acrescenta que esta é uma das ações da instituição no apoio ao enfrentamento da pandemia.
De acordo com Valter Beal e Luiz Amaral, líderes técnicos do projeto no Senai Cimatec, o trabalho de adaptação e incrementos realizado na instituição baiana envolveu dez profissionais da casa. A expertise tecnológica da equipe permitiu que uma função única se tornasse o diferencial do equipamento: é o único do segmento a suspender o funcionamento durante um procedimento de reanimação de paciente, sem perder os parâmetros ajustados anteriormente. “Foi uma busca incessante para simplificar o produto e achar peças, sem alterar as características originais”, conta Beal.





























