
Após mais de três meses de investigações – que resultaram no indiciamento de 14 pessoas e revelaram um esquema de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e produção de documentos falsos – nenhuma outra acusação foi formulada contra os irmãos Assis, além daquela pela qual eles foram detidos. Nenhum indício de crime por parte dos brasileiros foi encontrado.
– A prisão é manifestamente arbitrária e ilegal. O Ministério Público não possui nenhum elemento de prova para mantê-los privados da liberdade. Nenhum! Temos convicção de que em breve a verdade prevalecerá – declarou nesta quinta-feira o advogado de Ronaldinho e Assis, Sérgio Queiroz.
Ronaldinho e Assis passaram 32 noites presos na Agrupación Especializada, um quartel da Polícia Nacional do Paraguai transformado em complexo de segurança máxima, que abriga detentos que podem correr risco, como políticos e ex-policiais. No dia 7 de abril a Justiça concordou com o pedido de prisão domiciliar, e Ronaldinho e Assis foram transferidos para um hotel no centro de Assunção.






























