
Ainda segundo a colunista, desde que foi alvo de um operação da Polícia Federal, que investiga desvios de recursos em contratos da área da Saúde, Witzel não fez mais críticas ao presidente. Na última sexta-feira (5), ele fez apenas uma referência negativa a Bolsonaro em uma entrevista, ao responder à insinuação feita pelo presidente de que “brevemente” poderá ser preso.
Helena Witzel, mulher do governador, é uma das investidas no inquérito. O escritório de advocacia dela mantinha contrato de R$ 540 mil com empresa investigada por desvios de recursos em contratos com o governo do Rio.




























