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CLÁUDIO HUMBERTO
Na reunião presidencial de 22 de abril, que o ministro Celso de Mello (STF) jogou no ventilador sem qualquer utilidade para o inquérito que motivou sua apreensão, o presidente Jair Bolsonaro já demonstrava o desgaste da relação com Sérgio Moro. Ele se referia ao ex-ministro da Justiça quando sugeriu que insatisfeitos se aliem, por exemplo, ao pré-candidato a presidente Álvaro Dias, em 2022. É que ele ficou sabendo um pouco antes de encontro secreto de Moro com o senador do Paraná.
APESAR DE VOCÊ
Bolsonaro se referiu ao ex-juiz quando destacou notícias que elogiavam o ministro “apesar do presidente”. E o ministro não reagia a isso.
TOMA LÁ, DÁ CÁ
O presidente também estava convencido de que Moro estava entre os ministros que vazavam informações em troca de elogios na mídia.
ALVO ERA OMISSÃO
Moro era o alvo quando Bolsonaro cobrou de todos atitude em defesa do governo. Ele sempre criticou a omissão nas causas do seu governo.
SEM AMIZADES
O presidente revelou que Moro simplesmente “saiu do grupo de ministros” sem se despedir ou falar com nenhum dos colegas.

































