
* As informações e opiniões publicadas nesta coluna são de responsabilidade exclusiva do autor e, necessariamente, não refletem a posição do Jornal da Mídia.
CLÁUDIO HUMBERTO
As demissões de ministros do governo Bolsonaro têm ganhado enorme repercussão, com exceção de Sérgio Moro, por serem incomuns. São 8 saídas em 16 meses ao contrário do que ocorreu com Temer e Dilma, que demitiram nove no primeiro ano de mandato, e Lula que atingiu o mesmo número de Bolsonaro em apenas 12 meses. No geral, Dilma é imbatível com 86 demissões de 2011 a 2016. Verdadeiro recorde.
DEPENDE DO CRITÉRIO
Se contar Onyx Lorenzoni, que trocou a Casa Civil pela Cidadania, Bolsonaro tem nove demissões no total. Ainda assim, é o mais paciente.
IMPORTANTE DIFERENÇA
No caso de Bolsonaro, ao contrário dos antecessores que demitiam os ministros enrolados em escândalos, as trapalhadas surgem no Planalto.
NO FIM DAS CONTAS
Ao final de oito anos, Lula nomeou quase uma centena de ministros ou cargos com status de ministério. Apenas três ficaram do início ao fim.
CARTÃO DE USO EXCLUSIVO
Ao ouvir Sérgio Moro reclamando da “carta branca” prometida por Bolsonaro, o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), lembrou que, como o presidente, dá autonomia aos seus secretários, mas fez uma ressalva: “Carta branca todos têm, mas cartão vermelho só eu tenho”.
OLHO NO ELEITORADO
Com sua saída, Moro falou ao coração do eleitor de Bolsonaro ao lembrar que abriu mão de 22 anos de magistratura para “servir ao Brasil”, acreditando em Bolsonaro. E insinuou que saiu por se sentir enganado.
MOTIVO DE TROCA
Bolsonaro reclamou, em seu pronunciamento, que teve de fazer o trabalho da Polícia Federal e obter provas da inocência dele e da família em relação ao assassinato da vereadora. Não contou com a PF nisso.
MDB SENDO MDB
Em março, o MDB foi às redes sociais proclamar “ai que saudades do meu ex”, referindo-se ao ex-presidente Michel Temer. Depois fez “pacto” com Bolsonaro, mas, diante da crise Sergio Moro, na sexta, já avisou que “a Constituição nos dá caminhos, o MDB não se omitirá”.
É O JOGO
O presidente Bolsonaro ironizou as “escolhas técnicas” do ex-ministro da Justiça Sergio Moro para a Polícia Federal. “Será que os melhores quadros da PF, todos, estavam em Curitiba?”.
POLÍTICOS SÃO POLÍTICOS
Professor de Direito Econômico, Oksandro Gonçalves cita a “hipocrisia” dos políticos que usam a Covid-19 para tomar medidas e desafogar a economia. Para ele, a crise é culpa justamente do intervencionismo.
ALÍVIO NO BOLSO
O deputado Leo Moraes (Pode-RO) comemorou a suspensão do pagamento de parcelas do FIES durante a pandemia. O parlamentar lembra que o débito pode ser parcelado em até 175 prestações.
STF LEGISLATIVO
O STF legislou de novo, decidindo que a multa por dano ambiental não prescreve. A ação trata de dano causado por madeireiros em terras indígenas no Acre há 40 anos, nos anos 1980 e tem “repercussão geral”.
PENSANDO BEM…
…tropa já foi de choque, agora é de pronunciamento oficial.





























