
“Em meio à fase mais crítica da pandemia na Bahia, será que essas pessoas que pregam o relaxamento do diariamente social aceitam assinar um termo um termo renunciando o acesso a leitos de UTI e ventilação mecânica para si, para seus pais e seus filhos???”, publicou Fábio Vilas-Boas em suas redes sociais.
Contudo, para Alan Sanches não cabe a um secretário, em nenhum lugar do mundo, decidir quem vive ou quem morre, estimulando que se pensem igual a ele como ele pregou”, disparou.
Por fim, o deputado assegurou que nenhum médico, que tenha feito o juramento, ainda que se tenha um termo em mãos, não deixará nenhuma paciente morrer. “Portanto, acho que o secretário precisa repensar seus valores”, cobrou Alan Sanches, que é médico por formação.






























