
Conforme Sanches, informações chegadas ao seu gabinete dão conta de que a profissionais podem estar sofrendo represálias e até mesmo sendo demitidos pelo Executivo estadual por exigirem condições de trabalho mínimas.
“Já a é sabido que o fornecimento de EPIs pela Sesab tem sido precário. Há poucos dias, ficamos sabendo que o Governo recolheu as camas no descanso médico da Central de Regulação, substituindo-as por cadeiras incômodas, numa atitude típica da época escravagista. Médicos têm dormido no chão durante o seu período de descanso”, disparou.
Por tabela, segundo Sanches, infringindo a legislação, médicos acima de 60 anos ou com doenças associadas a comorbidades, contratados como pessoas jurídicas, estariam sendo desligados do Estado pela Sesab por não poderem atuar na linha de frente.
“Em um momento de crise como essa, jamais médicos poderiam ser explorados dessa maneira e sim prestigiados, estimulados, mas esse é o governo que temos”, lamentou, cobrando, interferência até mesmo da Justiça da Bahia.
































