
Ele queria que seu corpo fosse cremado e que suas cinzas fossem jogadas no mar, mas parentes alegam não ter dinheiro suficiente para cobrir tal despesa. Sem recursos, a família ainda não marcou sequer a data do sepultamento do rapaz.
— O corpo foi liberado, mas ainda não tem enterro marcado. Ele queria que o corpo fosse cremado. Sempre disse isso pra gente. Falava que, quando morresse, queria suas cinzas fossem jogadas no mar ou num lugar bem bonito. Não temos dinheiro. A funerária perguntou se a morte era suspeita de coronavírus. Eu disse que sim e me informaram que provavelmente não haverá nem velório — disse a mulher de Abrahão, que pediu para não ter seu nome divulgado.
Segundo sua família, Abrahão foi submetido a uma testagem para coronavírus, feita no Ronaldo Gazolla, na última segunda-feira. No entanto, ainda não saiu o resultado do exame. Apesar disso, na declaração de óbito, consta que a morte ocorreu por suspeita de infecção por Covid-19.
Fonte Jornal Extra/C!ique leia….






























