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CLÁUDIO HUMBERTO
Ao contrário do que se divulga na usina de fantasias sobre Brasília, não há “queda de braço” com o Congresso pelo controle de R$30 bilhões do orçamento, porque tudo já foi objeto de acordo entre o presidente Jair Bolsonaro e líderes dos partidos mais importantes: caberá ao governo decidir aplicar metade dos recursos e a outra metade será definida pelos parlamentares. O acordo está fechado, segundo confirmou nesta quinta o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO).
VOCÊ JÁ SABIA
Esta coluna revelou dias atrás que o presidente e líderes mantiveram negociações que consideraram muito produtivas. Era o acordo.
VAI-E-VEM DE RECURSOS
Eduardo Gomes lembra que o “orçamento impositivo” foi aprovado com apoio de Bolsonaro e sua aplicação pela primeira vez explica a polêmica.
DE UM BOLSO PARA OUTRO
Pelo acordo, a metade do Congresso apenas troca de bolso no governo: os R$15 bilhões só podem ser aplicados em programas do Executivo.
PALANQUE SÓ SOB CONVITE
O acordo não garante ao parlamentar presença na inauguração da obra cujos recursos ele garantiu, mas o presidente diz que é sua intenção.































