
Segundo a PF, a operação leva o nome do imperador porque ele era considerado patrono das artes no país.
Os criminosos subtraíram as peças principalmente de instituições do Rio de Janeiro e de São Paulo, e, entre o que foi roubado ou furtado, estão livros raros, periódicos e fotografias.
Os ladrões atendiam a pedidos de colecionadores e comerciantes de artes, que atuavam como receptadores e traficantes de obras. Os materiais roubados eram colocadas à venda em leilões do Brasil e do exterior.
A polícia recuperou cerca de R$ 1 milhão em obras de arte roubadas somente no último ano, em leilões e em coleções de instituições privadas brasileiras.
Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil




























