
A medida é considerada preventiva para se ter certeza de que não houve uma execução, conforme ele disse para seu advogado, Paulo Emílio Catta Preta, que ocorreria.
Ontem, o MP do Rio explicou que, “em razão do local do fato, as circunstâncias da morte do foragido da Justiça serão apuradas pelas estruturas locais com atribuição, conforme determina a lei”.
Portanto, a cooperação entre as autoridades baianas e fluminenses é considerada inevitável.






























