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CLÁUDIO HUMBERTO
Ex-secretário de Cultura, Roberto Alvim tornou ainda pior sua situação ao alegar que foi apenas “uma coincidência” a frase usada no patético discurso cujo autor original era ninguém menos que Joseph Goebbels, chefe da propaganda de Adolf Hitler. Assim, o secretário mostrou que não é só uma figura medíocre, que copia e cola frases alheias sem o menor pudor, mas alguém que pensa exatamente como o nazista.
SAIU BARATO DEMAIS
Difundindo conceitos de Goebbels, o ex-secretário de Cultura, a rigor, merece enquadramento na lei que criminaliza a apologia do nazismo.
REPERCUTIU MENOS
Ao demitir Alvim, Bolsonaro mandou bem repudiando o totalitarismo, em nota oficial. Mais cedo, teria repercutido bem mais.
DEMOROU DEMAIS
O presidente demorou a reagir à maluquice do ex-secretário, permitindo que o assunto, literalmente, ganhasse o mundo.
PARECEU O QUE NÃO FOI
O chefe de governo não poderia deixar para demitir o sujeito como se tivesse cedido à pressão de políticos, alguns oportunistas.





























