
“O que eu preciso fazer pra você sumir da minha frente?”, pergunta Diogo, ao chegar na editora.
“Você pode tentar me atropelar de novo. Só que agora que a Nana também já sabe que você é um patife, ela vai acreditar em mim”, rebate Mario
“É o fim da linha pra você, seu psicopata!”, completa
Diogo não acredita na afronta e decide partir para a ameaça:
“Se eu fosse um psicopata, você deveria ter mais cuidado. Não tem medo, não?”
Mas Mario não baixa a guarda e rebate, mais uma vez, a afronta:
“Como diria Franklin Roosevelt, a única coisa que devemos temer é o nosso próprio medo”.





























