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CLÁUDIO HUMBERTO
Tratar “fascista e imperialista” na ponta do fuzil, dar tiro na cabeça, no peito, e ainda queimar o corpo “para garantir”, estão entre as pregações de um grupo de mensagens de Whatsapp identificado como membros do curso “História Geral”, da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal). O discurso de ódio, de conotação claramente esquerdista, foi registrado durante comentários do grupo sobre a renúncia do cocaleiro Evo Morales da presidência da Bolívia, após fraudar as eleições para manter o cargo.
A IGNORÂNCIA
No grupo da Uneal prega-se a intolerância e a violência sem saber, por ignorantes, que se utilizam dos métodos fascistas que criticam.
A INDIGÊNCIA
“Quando a gente diz que facista e imperialista se trata na ponta do fuzil. A esquerda centrista acha ruim”, diz um deles em mau português.
A INTOLERÂNCIA
Outra radicaliza ainda mais: “Um tira na cabeça e um no peito pra ter a confirmação”. Um terceiro reforça: “Depois queima só por garantia”.
ESTUDAR É REVOLUCIONÁRIO
A leitura das mensagens mostra como fazem falta a essa turma estudar História de fato e, se possível, também revisitar a Cartilha do ABC.































