
“Hoje os representantes do CDMA, com base nas inúmeras denúncias sem soluções por parte da prefeitura, já ameaçam parar suas atividades, o que gerará ainda mais prejuízos às crianças e adolescentes de nossa cidade. Aliado a isso, eles pedem o afastamento imediato do gestor. Portanto, fica claro que existem irregularidades que precisam ser esclarecidas e mais ainda: sanadas. Diante disso, a minha briga agora é pela aprovação da convocação do Marlos Carvalho, cuja nomeação foi irresponsavelmente com cunho partidário e que não existe comprometimento com uma causa tão importante”, disparou, relembrando que ele é filho do ex-prefeito de Lapão, Hermenilson Carvalho.
Entre as queixas apresentadas no debate está a de que recursos oriundos da renúncia de imposto de renda, de pessoas físicas e jurídicas, campanha lançada pela Prefeitura de Salvador, estão bloqueados em conta do Fundo, mesmo com a deliberação de repasse pelo CMDCA tendo sido feita em 2018. Ainda, segundo os dirigentes, o edital de chamamento público, lançado em 30 de maio de 2018, que prevê um investimento de R$ 6 milhões para contemplar cerca de 30 projetos, com valor de até R$ 200 mil cada, oriundos do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA), está estagnado. Com isso, instituições já habilitadas, como o Projeto Axé, o Lar Perólas de Cristo e Associação Pracatum, que há vários anos desenvolvem atividades com crianças e adolescentes, no município de Salvador, estão sem receber os recursos.





























