
“A Lei da Anistia sepultou todos os fatos relativos ao período militar, que os mortos de todos os lados descansem em paz”, disse Witzel para ÉPOCA, sem querer se estender mais sobre o tema.
Documentos apresentados em reportagem do GLOBO de hoje mostram que o pai de Santa Cruz foi morto por forças oficiais, ao contrário do que declarou ontem o presidente. Um deles é o registro secreto da Aeronáutica de 1978 que mostra que o estudante foi preso pelo regime militar em 22 de fevereiro de 1974, no Rio. Um relatório da Comissão Nacional da Verdade indica que Fernando foi morto por órgãos de repressão da ditadura.
Ontem, o governador de São Paulo, João Dória, já havia criticado duramente a fala do presidente Bolsonaro, classificando-a como “inaceitável”.





























