
“O PSDB tem um estatuto e uma comissão de ética. Há que respeitá-los. Jogar filiados às feras, principalmente quem dele foi presidente, sem esperar decisão da Justiça, é oportunismo sem grandeza. Não redime erros cometidos nem devolve confiança”, escreveu FH.
Aécio foi alvo de nove inquéritos abertos no Supremo Tribunal Federal (STF) após as delações da Odebrecht e da JBS, entre 2016 e 2017. Com as mudanças na regra do foro privilegiado, quatro processos já foram redistribuídos para outras instâncias. Em um deles, Aécio virou réu. Dois casos já foram arquivados e todos os outros seis ainda são inquéritos.
O pedido de expulsão contra Aécio foi iniciativa do diretório do PSDB na capital paulista, que, por unanimidade, aprovou a representação na quinta-feira passada. Os dirigentes paulistanos defenderam a expulsão como medida para “estancar a sangria” do partido. A solicitação terá de esperar a instalação do conselho de ética da sigla para ser analisado e ainda não há previsão para o colegiado entrar em funcionamento.























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