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CLÁUDIO HUMBERTO
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, perdeu o favoritismo na disputa pelo próprio cargo após o presidente Jair Bolsonaro tomar conhecimento do apoio a ela dos presidentes do Senado e da Câmara. O chefe de governo não gostou do movimento da titular da PGR, buscando respaldo político para permanecer à frente de um cargo técnico. Não misturar as coisas é “cláusula pétrea” do atual governo.
GRATIDÃO É A CHAVE
Político experiente, Bolsonaro acha que Dodge seria grata a quem a indicou, até para mostrar “independência” daquele que a terá nomeado.
PGR É GOVERNO
Bolsonaro até gostaria que Davi Alcolumbre ou Rodrigo Maia lhe devessem essa, mas a PGR pertence à estrutura do Poder Executivo.
PREFERIDO DA ASSOCIAÇÃO
Na votação da Associação Nacional do Procuradores da República, o subprocurador-geral Mário Bonsaglia foi o mais votado, com 478 votos.
LISTRA TRÍPLICE
Também compõem a lista tríplice os procuradores Luiza Frischeisen, que conseguiu 423 votos, e Blaul Dallouol, que recebeu 422 votos.

































