
CLÁUDIO HUMBERTO
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O ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) foi obrigado a recorrer à Controladoria Geral da União (CGU) para ter acesso aos contratos milionários de ONGs ambientalistas para verificar sua regularidade. Os primeiros 103 contratos auditados mostraram por que as ONGs fogem de fiscalização como o diabo da cruz: o financiamento de projetos acaba no bolso dos “ongueiros”, por meio de salários e “consultorias”.
NOVOS MILIONÁRIOS
ONGs receberam R$25 milhões para “projetos ambientais” e gastaram R$14 milhões com “atividade meio”: os bolsos espertos nas ONGs.
É SÓ EMBROMATION
ONGs espertas usaram mais da metade dos financiamento em gastos, sem comprovação, em “mobilização” ou “sensibilização”.
APROPRIAÇÃO INDÉBITA
Acabaram nas contas bancárias das ONGs cerca de R$800 milhões de um total de R$1,5 bilhão doados ao Brasil através do Fundo Amazônia.
COMO COMEÇOU
O Fundo Amazônia foi criado com doações ao Brasil da Noruega (US $1 bilhão), Alemanha (US$100 milhões) e Petrobras (R$10 milhões).































