
O vereador Sidninho (Podemos), líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador, questionou nesta terça-feira (16) o prazo de validade e a qualidade das obras da “Operação Chuva” realizadas pela Prefeitura de Salvador. Segundo ele, embora cerca de R$ 60 milhões tenham sido investidos em manutenção preventiva e o prefeito ACM Neto (DEM) ter declarado que “mais uma vez, a administração municipal está toda organizada para enfrentar os episódios envolvendo as chuvas” de 2019, ”o que se vê é uma realidade completamente distinta”.
“Somente hoje a Codesal registrou 84 ocorrências diversas como deslizamentos de terra, 22 ameaças de desabamentos, 30 ameaças de deslizamentos, dentre outros. Isso sem falar dos alagamentos das vias que atingem toda a cidade e também estão causando muitos transtornos e até mesmo pânico à população. Diante de todo esse cenário, é inevitável não se iniciar um debate sobre a fragilidade dessas obras que neste momento crítico deveriam estar em perfeito funcionamento”, destacou o líder da oposição.
Os alagamentos que ocorreram no bairro no Rio Vermelho, palco de recente obra de revitalização, segundo Sidninho, está também entre os exemplos mais emblemáticos. “No Rio Vermelho diversos comerciantes amargaram grandes prejuízos com alagamentos, cuja água chegou no joelho dos clientes e funcionários, mas o detalhe é que eles afirmam que antes da reforma isso nunca havia acontecido”, denunciou.
No ano passado, dentre outras intervenções, a prefeitura afirmou ter realizado nas redes de micro e macrodrenagem, dragagem de 20 canais (6,67km), limpeza de 1.900 caixas coletoras e desobstrução de 27.135m de galerias de drenagem para evitar alagamentos.
Os alagamentos que ocorreram no bairro no Rio Vermelho, palco de recente obra de revitalização, segundo Sidninho, está também entre os exemplos mais emblemáticos. “No Rio Vermelho diversos comerciantes amargaram grandes prejuízos com alagamentos, cuja água chegou no joelho dos clientes e funcionários, mas o detalhe é que eles afirmam que antes da reforma isso nunca havia acontecido”, denunciou.
No ano passado, dentre outras intervenções, a prefeitura afirmou ter realizado nas redes de micro e macrodrenagem, dragagem de 20 canais (6,67km), limpeza de 1.900 caixas coletoras e desobstrução de 27.135m de galerias de drenagem para evitar alagamentos.

































