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CLÁUDIO HUMBERTO
O banco Goldman Sachs usou sem a menor cerimônia autoridades do governo federal como o ministro Paulo Guedes (Economia), em evento secreto cujo acesso foi proibido à imprensa. Se têm a afirmar, esclarecer ou anunciar, autoridades públicas devem fazê-lo publicamente. Além de Guedes, secretários do seu ministério também falaram em declarações secretas a clientes e convidados do banco.
RISCO SÉRIO
Participando de eventos dessa natureza, autoridades correm o risco de sofrerem a acusação de privilegiar grupos e interesses financeiros.
ISSO VAI ACABAR
Projeto do ministro Wagner Rosário, da Controladoria Geral da União, obriga autoridades a tornar público o conteúdo de reuniões privadas.
FALTARAM AO TRABALHO
Se aplicar o que preconiza, o presidente Jair Bolsonaro deveria no mínimo cortar o ponto do ministro e dos seus auxiliares.
BEM NA FITA
A eleição 2020 não é prioridade em Belo Horizonte: 70,9% não sabem em quem votar para prefeito, mas o prefeito Alexandre Kalil (Pode) sai na frente com aprovação de 73,2%, segundo o Paraná Pesquisa.
A REFORMA QUE NÃO SAIU
Nada como um governo após o outro com escândalos de corrupção no meio: nesta época do ano, em 2003, início do governo Lula, Zé Dirceu pregava a reforma da Previdência, “Os militares têm espírito público, são patriotas e irão contribuir”, dizia, pedindo o sacrifício de todos.
DÍVIDA VEXATÓRIA
O saudoso embaixador José Aparecido de Oliveira ficaria tristíssimo sabendo que o Brasil deve 217 mil euros (R$957 mil) ao Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), por ele criado em 1989.
QUE VEXAMEch
Está marcada para o dia 10 deste mês a análise no Supremo Tribunal Federal (STF) das ações do PCdoB, PEN e do Conselho da OAB, todos empenhados em soltar o político condenado por corrupção.
LOROTA DEMITIDA
Contaram a lorota de que José Sarney ligou para Davi Alcolumbre, presidente do Senado, e o xingou pela demissão de 150 apadrinhados dele e de Renan Calheiros. O telefonema não houve, e Sarney sabe que os cargos eram de confiança, tampouco é dado intrepidezes.
ESSA É A ACUSAÇÃO
A ex-presidente Dilma é ré pelo caso do “quadrilhão do PT”, ação penal que também tem como réus Lula, Antonio Palocci e João Vaccari Neto. A quadrilha é acusada de afanar R$ 1,5 bilhão dos cofres públicos.
SUBSTITUIÇÃO NA SECOM
Floriano Barbosa deixa a Secom, mas fica próximo ao governo. Com o retorno do presidente Jair Bolsonaro de Israel, seu lugar será ocupado por Fábio Wajngarten, como esta coluna revelou em primeira mão.
ALÔ, AZUL
Passageiros da Avianca se sentiram em cárcere privado, domingo (31). O voo deveria decolar às 18h10 do Galeão para Brasília, mas todos ficaram presos na aeronave por duas horas. A tripulação não apareceu.
PENSANDO BEM…
…se a visita a Israel fosse de deputados e senadores, faltaria muro para tanta lamentação.






























