CLÁUDIO HUMBERTO
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O lobby das empresas fez a cúpula do Ministério do Planejamento divulgar nota em defesa da medida indecorosa do governo Dilma que permitiu a compra de passagens sem licitação ou redução de preços. E ainda fez o governo contar a lorota da “economia”, uma verdade: além dos R$ 41 milhões que as aéreas foram dispensadas de reter na fonte, configurando custo tributário, o Serpro ainda paga R$ 4,7 milhões por ano à Envision Informática Ltda pelo sistema de compra de passagens.

ECONOMIA LUSITANA
A compra direta, além de não obter a menor tarifa, onera o governo com o pagamento de sistemas da Envision.
AÍ TEM COISA…
O Serpro paga pelo uso do sistema da Envision e o custo de centenas de servidores da estrutura montada na Central de Compras.
EFEITO COLATERAL
Outro efeito colateral da negociata do Planejamento com as aéreas foi o desemprego decorrente do fim de muitas agências de viagem.
GOOGLE DO MENOR PREÇO
Agências disponibilizavam, sem custo, sistemas de pesquisa de melhor preço para compra de passagens, e isso não interessava às aéreas. (Coluna de Cláudio Humbero. Clique AQUI e leia mais)






























