CLÁUDIO HUMBERTO
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Afastado sob acusação de assédio sexual, o embaixador João Carlos Souza-Gomes, chefe da representação do Brasil na FAO, continua recebendo o salário de US$12.745,98 (sujeito ao abate-teto para não superar a remuneração de ministro do Supremo Tribunal Federal), além de “verbas indenizatórias” de US$13.617,50 mensais, sem abate-teto. No fim, o assediador pode embolsar, em reais, até R$76.619,52.

CARA REGALIA
Com o abate teto, o salário do embaixador cai para US$9.964,49 brutos. Convertidos em reais, vai a R$32.750,29.
TUDO POR CONTA
As “verbas indenizatórias” de US$13,6 mil de um chefe de posto como o embaixador João Carlos Souza-Gomes somam R$44.756,64.
CONTA DE SOMAR
Embaixador recebe representação, encarregatura, auxílio-moradia, auxílio–familiar e até fator de correção cambial e inflacionária
É UMA PRAXE
Souza-Gomes foi afastado por 60 dias, “sem prejuízo da remuneração” por decisão do corregedor do Itamaraty, Márcio Araújo Lage. (Coluna de Cláudio Humberto. Clique AQUI e leia mais).






























