CLÁUDIO HUMBERTO
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O corregedor do Ministério das Relações Exteriores, Márcio Araújo Lage, determinou o afastamento por 60 dias do embaixador João Carlos Souza-Gomes, chefe da representação do Brasil junto à FAO, organismo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, com sede em Roma. Ele é investigado por assédio moral e sexual contra subordinadas. Souza-Gomes estava exercendo o cargo havia um ano.

ACUSAÇÕES GRAVES
O embaixador João Carlos Souza-Gomes foi denunciado por funcionárias da missão brasileira na FAO. Há até gravações.
GRANA GARANTIDA
Mesmo afastado, o embaixador continuará recebendo salários. Não fosse o abate-teto, limite de R$33.700, chegaria a mais de R$60 mil.
ALOYSIO ORDENOU
A investigação contra Souza-Gomes foi determinada pessoalmente pelo ministro Aloysio Nunes, ao tomar conhecimento das denúncias.
MEDIDA CAUTELAR
O corregedor do Itamaraty justificou o afastamento do embaixador como “medida cautelar”, a fim de que não influa nas investigações. (Coluna de Cláudio Humberto. Clique AQUI e leia mais).































