
”O ministro Gandra Filho apontou apenas um fato que é de conhecimento público: a existência de ‘um desbalanceamento’ nas decisões a favor dos empregados, causando certo desequilíbrio e pesando demais para um lado da balança. Bastou isso para ser acusado de má-fé pela Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas, que, pelo jeito, tem todo o interesse em estimular essa fábrica de processos”, explica o parlamentar baiano.
Para Aleluia, o ministro está certo, quando defende que o papel da Justiça do Trabalho é conciliar os interesses de trabalhadores e empresários, e não proteger um dos lados.
“É inadmissível que, neste ano, se alcance a marca de três milhões de processos na Justiça do Trabalho, um volume de reclamações inexistente em todo o mundo”, observa. O deputado democrata entende que essa avalanche de processos só contribui para dificultar a vida das empresas, estimular o desemprego e servir de argumento para aumentar os gastos públicos na ampliação do número de varas e contratação de servidores. “Demonstrando coerência e zelo pela coisa pública, o ministro Gandra Filho ainda requereu a retirada dos projetos que estavam na Câmara Federal para criação de novas varas do trabalho, provando ser um homem público comprometido com um novo Brasil”.






























