
“Vemos com uma grande perda já que tínhamos esperanças com a reabertura. Do jeito que está, só a demolição”. A avaliação do presidente do Sindicato das Empresas de Turismo do Estado da Bahia (Sindetur) e do Conselho Baiano de Turismo (CBTur), Luiz Augusto Leão, reflete o sentimento de boa parte do trade turístico baiano, por conta do desabamento de parte de uma estrutura do Centro de Convenções, ocorrido na noite da última sexta-feira. Com o desabamento, três pessoas que trabalham no local ficaram feridas.
Na manhã de ontem, funcionários colocavam tapumes de alumínio na área em frente à entrada de veículos, que continua interditada. Para garantir a segurança no local, agentes do Batalhão Turístico da Polícia Militar (Beptur), com uma viatura, e uma unidade móvel da PM também estavam presentes. O movimento de pessoas foi pequeno a frente do equipamento.Com a interdição, o trânsito precisou ser alterado na Avenida Professor Manoel Ribeiro, já que o trecho no sentido orla está bloqueado. Com isso, o trecho no sentido Stiep precisou ser sinalizado para que os veículos pudessem trafegar nos dois sentidos.
Quanto à estrutura, ainda era possível notar o estrago causado pelo desabamento, com a grande quantidade de resíduos por cima da laje próxima a guarita e em outras partes do equipamento. O local passava por intervenções desde 2015 cujo investimento era de R$ 5 milhões. (Tribuna da Bahia)






























