CLÁUDIO HUMBERTO
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A tentativa do procurador-geral Rodrigo Janot de obter a prisão de Renan Calheiros, Romero Jucá e José Sarney, pela revolta que provocou no PMDB, pode ter consolidado a destituição de Dilma Rousseff. A cúpula do PMDB está convencida de que Janot, a serviço do PT, adota a estratégia de desmoralizar senadores e ministros do partido, ligados ao governo Temer, para fragilizar o impeachment.
DILMA JÁ ERA
Renan mudou de atitude: chamou Temer de presidente e Dilma de “ex”. E que terá com Temer relação idêntica à de Dilma. Ou seja, de aliado.

MESMA ESTRATÉGIA
Em conversas reservadas, o PMDB lembra que em dezembro de 2015, com o impeachment iminente, Eduardo Cunha virou alvo de Janot.
DEU CERTO ANTES
Os mandados contra o presidente da Câmara frearam a campanha, sob a alegação de impeachment era “coisa do Cunha, um corrupto”.
DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS
O PMDB está tentado a avançar no impeachment de Janot, alegando dois pesos e duas medias no tratamento a políticos do PT e do PMDB. (Coluna de Cláudio Humberto. Clique AQUI e leia mais).































