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CLÁUDIO HUMBERTO
O ex-senador Sérgio Machado usou de sua experiência de negociador, no mundo empresarial e no submundo da corrupção, para obter da Procuradoria Geral da República (PGR) o seu acordo de delação premiada. Para valorizar a proposta, com a qual espera obter perdão judicial ou pelo menos uma redução de pena, ele procurou a PGR já de posse das gravações comprometedoras dos seus aliados.
SONHO REALIZADO
Machado entendeu que entregar aliados como Renan Calheiros, seu padrinho, ou Romero Jucá, era tudo o que a PGR sonhava.
TIRANDO O CORPO
Com gravações tornadas públicas, amigos que ainda restam difundiram a versão de que Sérgio Machado foi pressionado pela PGR a delatar.
SÉRGIO JURUNA
Fontes do Ministério Público Federal confirmam que a iniciativa de gravar os aliados foi do ex-senador e ex-presidente da Transpetro.
DUPLA DELAÇÃO
Com a delação, Sérgio Machado queria blindar o filho Expedido, “Did”, mas acabou por torná-lo alvo. E o filho também fez acordo de delação. (Coluna de Cláudio Humberto/Clique AQUI e leia mais)


























