
Abraham Monterrosas Vigueras (*)
Em um dia inteiro, Amanda Gryce garante que pode chegar a ter até 50 orgasmos. No entanto, por mais difícil que pareça, esta é uma rara condição médica que trouxe a ela isolamento, ansiedade e problemas para se relacionar.
Essa jovem de 25 anos sofre de algo chamado transtorno da excitação genital persistente (a sigla em inglês é PGAD). É uma alteração de saúde que provoca um estado permanente de excitação sexual sem um gatilho sexual prévio.
O resultado é uma severa dor pélvica e a sensação incontrolável de orgasmos nos horários e lugares menos apropriados, como em um funeral, no trabalho, na academia, em família ou em público.
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“Basicamente, essa condição significa que a área genital encontra-se em um estado de excitação constante. É um problema com o qual lido desde os seis anos de idade”, disse Amanda ao Bancroft TV.
Não devemos confundir o PGAD com a questão de orgasmos múltiplos. Na verdade, como parte de seu tratamento com um especialista em dor pélvica crônica, Amanda não pode fazer sexo. Ela também recebe aconselhamento e realiza fisioterapia, a fim de aprender técnicas para controlar os músculos do seu corpo.
Apesar do isolamento, Amanda foi capaz de encontrar o amor. Em um site de namoro, ela conheceu um rapaz de 24 anos de idade chamado Stewart Triplett. Desde então, ele tem sido seu companheiro de todas as horas. “Foi difícil lidar com o fato de não pode fazer sexo, mas depois percebi que isso é importante para a saúde dela e, por isso, consigo me abster”, disse o homem ao canal acima mencionado.





























