
Demonstrando que ataques à advocacia baiana não ficarão sem resposta, Viana disse considerar que “depositar flores na cripta de Ruy Barbosa, Patrono da Advocacia Brasileira, para logo em seguida ultrajar toda a advocacia baiana é ato cínico, vil e indigno da magistratura e da presidência de um Tribunal de Justiça. Um ato que ficará na memória das advogadas e dos advogados baianos como distintivo de uma Presidência do Tribunal de Justiça marcada por uma anacrônica falta de diálogo com advogados, magistrados e servidores, pela ineficiência na administração de pessoal e dos recursos orçamentários que resultaram em atrasos de salários de magistrados e servidores, e pelo agravamento da crise do Judiciário baiano que levou o Tribunal a sofrer intervenção do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)”.
Luiz Viana reiterou os votos de boa sorte à nova presidente do Tribunal, que ele visitou no dia 9 de dezembro do ano passado, fazendo votos de que “com empenho, diálogo e boa vontade” os integrantes da nova Mesa Diretora do Tribunal “possam liderar os esforços para unir os três poderes e a sociedade baiana em prol da reestruturação do Judiciário baiano e da superação de sua pior crise nos últimos trinta anos, mantendo sempre a elegância, a urbanidade e o respeito no trato com os operadores da Justiça”.































