
De acordo com o deputado, que é presidente da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa, trata-se de uma situação extremamente delicada e que coloca em xeque ainda mais a saúde pública.
“E o que mais nós temos que nos preocupar é com a continuidade do acesso a todas as medicações hoje encontradas nas farmácias (113 medicamentos, dos quais 18 são distribuídos gratuitamente) e não permitir mais essa punição para o cidadão baiano, afinal estamos falando de medicações de uso contínuo, que pode elevar o índice de mortalidade. Já basta as brigas homéricas dos menos favorecidos por medicamentos de alto custo, que só é conseguido através da Justiça”, pontuou Alan Sanches.
O parlamentar disse que tão logo os trabalhos na Casa sejam reabertos promoverá um amplo debate sobre o impasse no colegiado. “De forma que os baianos tenham respostas e, acima de tudo, soluções”.


























