
O Ministério Público acusou os gestores municipais de contratar irregularmente 392 pessoas para se beneficiar eleitoralmente. Na decisão, a juíza aceitou o argumento apresentado pelo MP e ressaltou que o “grande número de pessoas, [foram contratadas de forma repentina], para funções diversas, sem motivação devida e, pior, sem alimentação de tais contratos no TCM [Tribunal de Contas dos Municípios] e sem recolhimentos previdenciários compulsórios”.
O MP apontou ainda que os políticos reduziram o consumo de água, luz e telefone na Prefeitura, alegando contenção de despesas, para reduzir a carga horária de servidores, mas observou que transcorrido o pleito, os serviços foram reestabelecidos. Segundo a denúncia, os funcionários foram dispensados para trabalhar na campanha do petista. Na decisão, a juíza disse que não tem como provar que os servidores fizeram campanha, mas, segundo ela, houve “interesse obscuro vedado por lei e com abuso de político e corrupção”. (Tribuna)





























