
Para o presidente estadual do Democratas, Jaques Wagner, que estava se lançando como provável sucessor de Dilma, foi abrir a boca para dizer que o PT se lambuzou no poder, como se fosse o único limpo da história, e logo sofreu o bombardeio de fatos que comprometem as suas gestões como governador da Bahia em uma série de atos ilícitos.
“Foram os próprios companheiros petistas que, revoltados com a desfaçatez do ex-governador baiano, estimularam o vazamento das informações contra Jaques Wagner. Diante de tanta lambança, cabe agora ao atual ministro da Casa Civil de Dilma se afastar do cargo para se defender”, assinalou o deputado democrata.
Na opinião de Aleluia, até provar que não tem nada a ver com o revelado nos depoimentos de envolvidos na operação Lava Jato, que o acusaram de uso de dinheiro desviado da Petrobras para financiar sua campanha a governador em 2006, Wagner não tem condições de continuar sendo o articulador da presidente Dilma Rousseff.





























