
No total cerca de 15 profissionais foram envolvidos no procedimento, entre cirurgiões pediátricos, anestesistas, ortopedistas, médicos intensivistas, cirurgiões plásticos, cirurgiões vasculares, pediatras, enfermeiros e cardiologista.
As siamesas nasceram em Itamaraju e por conta da condição delas, os pais, Valdenir Neves e Lindalva Nascimento de Jesus, decidiram seguir para a capital goiana, em agosto do ano passado, para obter a cirurgia de separação. Desde então, elas aguardavam e, na última segunda-feira (11), as meninas foram internadas no HMI para o preparo.
Segundo o pai, decidir pela separação não foi fácil. “A gente ficava pensando, a mãe não queria no começo, mas é o jeito fazer. Então espero que dê tudo certo e Deus nos ajude”, disse Valdenir e falou em confiança. “Estou confiante e espero que a gente possa ir embora daqui com as duas separadas”, disse. O HMI só deve divulgar um boletim médico nesta quinta-feira, dia 14.





























