
Em carta publicada em suas redes sociais, o Baixinho não negou a existência da conta. Justificou que realmente pode ter aberto e não fechado contas durante o tempo em que jogou futebol no exterior. Romário rejeita veementemente, porém, a informação da Veja de que fez aplicações em dezembro de 2013.
“Obviamente, fiquei muito feliz com a notícia, assim que possível, irei ao banco para confirmar a posse desta conta, resgatar o dinheiro e notificar à Receita Federal (…) Espero que seja verdade, como trabalhei em muitos clubes fora do Brasil, é possível que tenha sobrado algum rendimento que chegou a essa quantia. Estou me sentindo um ganhador da Mega Sena, só que do meu honesto e suado dinheiro”, ironizou Romário, para depois questionar a revista.
“O que há de estranho nisso é a informação da revista de que a aplicação seria de 2013. Certeza que eu não fiz nenhuma aplicação no período recente. Também não recebi nenhuma notificação do Ministério Público a respeito. Mas como se trata da revista Veja, se a informação estiver errada, não será uma surpresa”, disparou o senador.
O ex-jogador também contestou informação publicada na revista de que circula pelo Rio de Janeiro com uma Ferrari vermelha. Segundo ele, o carro, comprado em 2004, “já não se encontra na cidade há alguns anos”. (BOL Notícias)
































