
Pegou 12 anos de condenação, confessou uso de drogas. Ficou pouco mais de um ano e meio na prisão e evadiu-se.
Em 2005, a Justiça concedeu-lhe a reabilitação, tendo em vista “o bom comportamento, tanto público como privado” – tecnicamente, a Justiça limpou sua ficha criminal abrindo-lhe a porta inclusive para a aventura no mundo da política. Elegeu-se parlamentar pelo PT em 2010.
Nesta quinta feira, 22, ele afirmou que que “graças a deus nunca teve ligação com nenhuma facção criminosa”.
Moura disse que “nunca ouviu falar, nunca teve contato” com o ladrão de bancos Carlinhos Alfaiate, que foi preso pela Polícia Civil de São Paulo no dia 17 de março durante reunião na garagem da Cooperativa Transcooper. O parlamentar estava presente a essa reunião.
Em entrevista exclusiva ao Programa do Datena, na TV Bandeirantes, Moura declarou que sua “bandeira é o transporte público” e que foi convidado para a reunião na rua Flores do Piauí, em Itaquera, extremo Leste da Capital, endereço da cooperativa.
A Polícia conduziu 42 pessoas que estavam no local para a sede do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC). O parlamentar não foi levado para o DEIC. A Polícia suspeita que o grupo estava reunido para planejar crimes. Um inquérito está em curso para investigar a facção PCC por ataques a ônibus na periferia de São Paulo.(Fernando Gallo e Fausto Macedo)































