
O sequestro de bens é feito automaticamente pelo Banco Central, conta o juiz, imobilizando toda a quantia depositada em bancos em nome do investigado, como pessoa física e jurídica. O valor ligado a Eike no sistema financeiro levou a bloqueios em 14 bancos, e excedeu o montante pedido pela Justiça, de até R$ 122,006 milhões.
A soma que constava no BTG Pactual, sozinha, foi suficiente para cobrir o pedido da medida cautelar. No Citibank havia outros R$ 4 milhões, além de cifras em bancos como Bradesco e Itaú. Como a decisão foi atendida, o juiz federal autorizou ontem a devolução do excedente a Eike Batista. O empresário pode recorrer da decisão, pedindo a devolução do valor até integralmente.(Glauce Cavalcanti e Gabriela Valente, O Globo)






























